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10.7.08

"Mea Culpa"_poema, enfim. (conc. ao "Off-Flip"/08)

“Mea culpa”

Por Marco Antônio de Araújo Bueno


Pequena multidão, eclética;
Congraçamento cúmplice,
Acolhedor, homogêneo.

De fronte à Matriz, acética,
Jovem estirado num banco
Recobra-se (temporal crise epilética).

Ergue-se do caos; constrangimento;
Disfarça a cicatriz da baba ao lado
De gente alheia a seu momento.

Meus olhos acompanham; acaba
Ali, empático, nosso sofrimento sumido
No meu distanciamento, antiético, assim?

Pois ajeitando cabelo em face pálida,
Por fresta entre vultos e ruído em volta,
Volta e crava os olhos justo em mim.














24.6.08

"O Pacote"-Ficção científica breve-Ilustração (sigilo por concurso)


Ilustração do Conto "O Pacote", preservado inédito para concurso. Envio mediante solicitação por eimail






Ali Aboutaam

20.6.08

Há 20 dias do prazo para banca de doutorado:

[O convite inicial, dia 09/06, foi filtrado pelo anti-span do provedor]


Prezado Marco Antônio
Como vai?
Só agora consegui uma trégua para te dar um retorno sobre o seu convite. Reavaliando minhas atividades no mês de agosto, percebi o quanto estou de fato sobrecarregada e como corro o risco de não dar conta de forma satisfatória dos compromissos já assumidos. Por isso, não posso aceitar seu convite. Gostaria de me desculpar por ter criado a expectativa de que eu poderia compor sua banca e viabilizar o encaminhamento de sua situação atual, mas eu de fato me mobilizei pela curiosidade em relação ao seu trabalho e pela tentativa de abrir um espaço no mês para ir até Campinas. Mesmo assim, quis conhecer o seu estudo e li com muito prazer. Pareceu-me, de verdade, muito interessante. Gostei demais dos mini contos, que são bem mais inventivos do que os que já li de outros autores. Quanto ao texto da qualificação propriamente dito, há uma profusão de idéias e de autores citados, que talvez mereçam uma ordenação melhor ou mesmo um desenvolvimento mais detido em cada passo, pois contém insights valiosos. A brevidade, nesse caso, atropela um pouco o caminhar da análise. Achei que você é realmente um escritor. Um ótimo escritor. E se me permite opinar, eu não o vejo tanto como acadêmico ou doutor em... teoria do gênero (?), mas como um criador de narrativas densas e diminutas, cápsulas explosivas, pílulas de alcance ilimitado. Por que não se dedicar a isso, publicar seus textos para um púiblico mais amplo e mais versátil, uma vez que seu projeto (como você me disse ao telefone) não é a docência? De qualquer modo, hoje pude me deter nos seus escritos e te enviar essa pequena mensagem, mas não terei essa disponibilidade no segundo semestre. Espero ver você publicado e lido por quem não se importa com sua titulação. Ainda assim, se for mesmo o seu desejo completar esse ciclo já começado, torço para que você finalize com sucesso.
Um abraço
Yudith Rosenbaum
Dep. Literatura Brasileira- USP

[ O Prof.Dr.Fernando Paixão -USP- confirmou presença na banca como membro titular externo à Unicamp, a exemplo do que já fizera o Prof.Dr. Wander Melo Miranda, da Teoria Literária da UFMG.]



16.6.08

O Título? Ora, o título...



Junho 16, 2008


Eis uma bela estrofe de poema, do José Régio, cujo título não importa aqui.Digamos que seja de domínio público. Defeco e caminho para títulos, aliás.E, aliás, não é o caso do título do poema, apenas dispensável neste caso:

(...)

"Ah, que ninguém me dê piedosas intenções !Ninguém me peça definições !Ninguém me diga: "vem por aqui" !A minha vida é um vendaval que se soltou.É uma onda que se alevantou.É um átomo a mais que se animou...Não sei por onde vou,Não sei para onde vou,-Sei que não vou por aí !


Ali Aboutaam

21.5.08

Diálogo com W.Gorj sobre aprovação na exame de qualificação_13/05/08

Para: Marco Antônio de Araújo Bueno (araujobuenopsi@gmail.com)

Obrigado pelo material. Prometo ler e, mais à frente, opinar.

Desejo sucesso em sua missão impossível. Na verdade, nossa. A micronarrativa tem um time grande, não é mesmo?

Abraços.
Wilson Gorj
[Autor de "Sem Contos Longos", do Jornal "Lince" e do site "O Muro"]

Marco Antônio de Araújo Bueno escreveu:
Caro Wilson, aí vai. Tenho 60 dias para apresentar uma tese
convencional, clássica, com uma aprofundada discussão teórica sobre a
questão dos gêneros literários e mais o "Mil PLatôs" do G. Deleuze,
etc., etc. ; é a forma como a Unicamp, pela figura do prof. convidado
para a banca (representando o IEL - Instituto de EStudos da Linguagem-
o reduto da literatura oficial na universidade) faz valer a questão da
demarcação de territórios do saber. Ora, quem é esse tal de Marco
Araújo Bueno que, da Faculdade de Educação (ainda que da Área 7-
"Educação, conhecimento, Linguagem e Artes") ousa inaugurar estudo
sobre micronarrativa, quando tal espaço ainda nem foi esquadrinhado,
loteado com linhas de pesquisa, dotação de verbas, "especialistas"
indicados, etc., etc.? Pois querem EXTENSÃO
no estudo sobre brevidade,
cerca de 250 pp., formatação careta, e demais quisitos que me
obrigariam a levar esse padadoxo ao extremo, em tempo record. Meu
orientador já está dando sinais de que estarei sozinho (Junho será mês
atribulado para ele) e cabe a mim costurar as conveniências de
disponibilidade de uma banca de pelo menos quatro profs convidados.
Pois bem, falei com Raimundo Carrero (De recife, que cito logo de início nos
fragmentos); ele topou de cara.Falei com Olgária Matos (Filosofia da
USP) que, ao vltar do exterior dará resposta. Tudo apontando para uma
"missão impossível". Gostaria que opinasse.
Abração

--
Marco Antônio de Araujo Bueno
CRP/06- 09357 http://lattes.cnpq.br/2942046816514806

28.4.08

"Ao Céu, no Mar"- Microconto 28; dez palavras

28 “Ao Céu, no Mar”

Padre subiu, alçado por mil bexigas. Glória? Adeus, nas alturas...

"O Muro de Belinha"

29. “O Muro de Belinha”

Ergueu um muro entre a beleza dela e o resto-eu

21.4.08

"Mortes de U.T.I." -Microconto 27; dez palavras

27. “Mortes de U.T.I.”



Hoje sou outra pessoa. Ontem - 23:58h – faleceu meu caçula.

17.4.08

COMUNICADO ACADÊMICO

Ilmo(a). Sr(a).


Informamos a vossa Senhoria que a CPG/FE aprovou a composição da Banca
Examinadora Exame de Qualificação de Doutorado do(a) aluno(a) Marco
Antônio de Araújo Bueno, intitulado: “Brevidade e Epifania na
Micronarrativa Contemporânea.”, para o dia 13/05/2008, às 14:00 horas,
Sala de Defesas -Bloco A - 1º andar , desta Faculdade de Educação.
A Banca Examinadora ficou assim constituída :

Prof. Dr. Joaquim Brasil Fontes Júnior (Orientador(a) – FE/UNICAMP
Prof. Dr. Silvio Donizetti de Oliveira Gallo (Membro Titular) - FE/UNICAMP
Prof. Dr.Carlos Eduardo Ornelas Berriel (Membro Titular) – IEL/UNICAMP
Profa. Dra. Regina Maria de Souza (Membro Suplente) - FE/UNICAMP


Atenciosamente,

Prof. Dr. Silvio Donizetti de Oliveira Gallo
Coordenador de Pós-Graduação
Faculdade de Educação - UNICAMP

15.4.08

"Em Suma, Idiota :" Microconto 26; dez palavras

23. Em Suma, Idiota :

Tencionava pro-ferir: senta, fica,dá beijinho e não vai embora !

4.4.08

Citação que inspira minha tese de doutorado

"(...) desejaria reunir uma colecção de contos de uma única frase, ou de uma só linha, se possível."
Italo Calvino - seis propostas para o próximo milénio.



{Do site de L. Eine, o editor da Minguante que sugeriu ao Carlos Seabra, que intitulasse seu e-book de micronarrativas de "E-pifanias". Em 2007, eu, no rastro de Santo Tomás de Aquino, de Jacques Lacan, de Júlio Cortazar e, especialmente, de James Joyce(no embrião do que seria o "Retrato do Artista Quando Jovem" e pelas notas melodiosas de seu "Ulisses") já intitulava minha tese assim: "Brevidade e Epifania na Micronarrativa Contemporânea". A idéia: sustar,com competência lingüística, um conto brevíssimo(trabalhei com os de dez palavras, monofrásicos ou com menos de 300 caracteres)poderia suscitar, no leitor não preguiçoso, algo da órdem de uma revelação súbita - epifânica! Joyce achava que isso era ofício do homem de letras - colher fragmentos do chão mais trivial, mais comezinho do cotidiano e torná-los epifânicos, literalizando-os.No Brasil, de Machado de Assis a Dalton Trevisan, passando pelo capítulo de frase única("Natal") no João Miramar do Oswald...
Na "Poética"(cap. XVIII), Aristóteles,aplicando brevidade na Odisséia (!) já apontava a concisão como desejável ao efeito no leitor. Em Santo Tomás, o Brevitas;Contemporâneos? Pois bem, a metáfora do iceberg de Hemingway e a idéia de "história aparente" e "história oculta" em Ricardo Píglia e mais Tchekhov e Poe - tudo apontando para a condensação e a elípce(se bem lembramos Freud, inclusive para o efeito anedótico...)como recursos narrativos que, quando radicalizados, potencializariam efeitos impactantes,epifânicos! Ora, há uma trajetória e tanto nisso tudo, reduzida (ou, não desenvolvida nem mencionada)no prefácio ao "E-pifanias" editado (e prefaciado)pelo Sr.L. Eine, a quem dou os devidos créditos pela citação de Ítalo Canvino.Parabéns a nós todos, portanto, inclusive ao escritor Marcelo Spalding Perez, autor da dissertação de mestrado(pela UFRGS) que, com a integridade e generosidade intelectuais tão rarefeitas hoje,oferece-nos um desbravador itinerário acadêmico por estas sendas,tão afeitas à hipermodernidade, como o diria Gilles Lipovetsky.

17.3.08

"Denegação" - Microconto 25; dez palavras

25. “Denegação”

Ausentei-me ao funeral de meu esposo; vê-lo tão sem vida...

6.3.08

"Pharmakon Mater" - Microconto 24; dez palavras

24. “Pharmakon Mater”

Jr. apunhalou-me pelas costas...(!) o que brotou das minhas estranhas...(!)

29.2.08

Júbilo ! Revista Minguante publica um Microconto de dez palavras...desdobrado. É o meu 14!

Fevereiro 29, 2008
Microconto 14: "Desertor no Deserto"- Partes I e II_ Inspirado do filme"Paradise Now"-publicado na Minguante 9
A única revista internacional exclusiva de micronarrativas - www.minguante.com -
acaba (hoje, no 29 de Fevereiro de 2008 - bisexto)de publicar o Microconto 14 -"Desertor no Deserto". O mais curioso: trata-se de um micro de dez palavras, estilisticamente dividido em duas partes: Parte I e II (ambas com dez palavras). Eis
um dos achados com que tenho me deparado, na construção exploratória desses MCs para a minha tese de doutorado e,ao que tudo indica, acolhido mesmo, pelos meus pares, em sua inusual estratégia de desdobramento. Pelo que me consta,há algum ineditismo nisto e a bandeira que precede o nome do autor (o site tem cerca de uma centena, entre portugueses, brasileiros, angolanos, etc.)é a bandeira do Brasil. Isso não é um "piriquipaque" ufanista. É a expressão de uma conquista muito contente. E como diria o escritor e ficcionista Nelson de Oliveira -"(...)não há espaço para a modéstia na literatura contemporânea!" Há MCs meus publicados nas três edições anteriores da conceituada revista. E eu estou muito satisfeito com isso. Ponto!

"Ração de Ser" - Microconto 23; dez palavras

23. “Ração de Ser”

Procuro desesperadamente, minha boxer, alguém para trocar ração por razões...

6.2.08

"Imagens da Resistência"- Microconto 22_dez palavras

22. “Imagens da Resistência”


Postou-se nu diante do tanque – protesto! Então lavou suas cuecas.

4.2.08

"Casas de Praia" - Microconto 21(Dez palavras)

21. “Casas de Praia”

Visitou-a para botar reparo na torneira. Vedações expostas (...) – botou reparo!

10.1.08

"Minha Contradição: o Fim da Picada"

20. “Minha Contradição: o Fim da Picada”


Percevejo, percevejo...Este crava fotos com tradição familiar. Aquele – bicho!

31.12.07

"Duas mãos e o Sentimento do Mundo"- Microconto 19

19- “Duas Mãos e o Sentimento do Mundo”

Meditou – quatro: número do equilíbrio. Entrementes, drummoniano, ficou em pé.

6.12.07

"Processador Central" - Conto breve-Ficção científica(inédito)

“Processador Central”

Por Marco Antônio de Araújo Bueno

Fui chamada às pressas ao pequeno apartamento de Liza. Era madrugada alta, tempo chuvoso. Mas, faminta apenas, ocupava-me em juntar condimentos leves à mistura das refeições do dia e escutava Ginastera, a “Variação canônica para oboé e fagote”; relíquia recuperada pelo meu ócio resignado desses últimos anos. Os 2:31 minutos que levava à repetição ad nauseum, repetição em volume reduzido nem tanto - enlevando-me e velando o misterioso sono de minha vizinhança zumbi. Quando em vez, fumava pelas frestas de um basculante; a fumaça conspiratória denunciada pela lúgubre luminância da rua fantasma. Pois bem, Liza, tivera um daqueles pesadelos reais.
Registrou o sonho, Liza? Não. Mas contou-me o suficiente às minhas anotações e, tendo antes ligado para mãe e, esta, insistido na idéia de recorrer a mim para acompanhar Liza ao centro, parecia mais determinada a agir que propriamente angustiada.
Interrompi o processamento dos meus resíduos culinários, insisti para que ela recolhesse do ralo do esquecimento, do aquém-linguagem, os resíduos de seu pesadelo e, com uma gravidade emputecida na voz, tentei dissuadi-la a se embrenhar pelo centro, como zumbi, na ilusão de mitigar suas intimidades angustiadas naquela maquinaria suspeita do “CPP” – nome obscuro para uma autarquia que se pretendia como um organismo público de processamento de pesadelos. Um contra senso instituído, em face da alta incidência de distúrbios do sono – pesadelos, aferida pelo Ministério do Trabalho e Lazer, desde o início de 2036.
Liza, sejamos razoáveis, passar por sessões relâmpago de dramatização do óbvio – que são ou teus fantasmas mesmo, ora! Filas, senhas e mais filas de pessoas apavoradas que não trocam palavra com medo de perder a vaga, depois...a Máquina! Mas mamãe conhece o sobrinho do homem da estatal que sabe de um psiquiatra gnomotivista-experimental (...). No cinzento daquela manhã, incapaz ou sem alma suficiente para dissuadir Liza de farfalhar sua singularidade pelos receptores daquela incubadora caleidoscópica., de espargir seus fragmentos oníricos pelos corredores de uma repartição pública cartorial, setorizada...kafkiana, minha recusa foi lapidar. Preciso passar pela “Retro-sensibilização”, retorquiu minha amiga, convicta de que já estivera impregnada por pesadelos classe “D” por mais de duas vezes naquele quadrimestre; risco de demissão na certa! Classe “D”, ruminei? É! “D”, de derrelição?! Ela recordou-se do texto de Hilda Hilst, mas não adiantou. Pairava sob síndrome de abstinência de substância específica: sentido.
Entrei pela manhã relendo fragmentos de alguns clássicos. Entre eles –Gilles Deleuze sobre coisas como a “máquina desejante”. Nas ruas, Liza, atarantada, na pressa, agonizava atropelada. Seu fantasma, para redimir minha recusa, lembrou-me um verso de “Iracema”, um clássico também, de Adoniran Barbosa: (...)"travessou contramão! E eu? “Eu sempre dizia”, deveras. Era a minha questão central. Paga ainda “meus alfinetes”, hoje.

29.11.07

"Infanticídio" - Microconto 18 (Dez palavras)

18. “Infanticídio”

...ração matinal; foi-se. Golpe-1 da foice...imensidão canavial do dia.

27.11.07

"Fragmento Parnasiano Pop" - Microconto 17(Inédito/para concurso)



Microconto disponível via solitação por e-mail, segundo alguns critérios de confiabilidade: araujobuenopsi@gmail.com. É condição mantê-lo rigorosamente inédito por quaisquer formatos de mídia. Estará no www.minguante.com em 2008.

23.11.07



Free Cell Phones
Cell Phones

"Uma dor; do nada?"- Microconto 16 (Dez palavras):



(Desenho de Franz Kafka - Museu de Praga_arquivo pessoal)

16. “Uma dor; do nada?”

Face àquela pontada – sua face, estagnada. Trivialidade – uma ponta vaticinada...

22.11.07

Recuperado o cartoom do Miran -Mote do soneto "testemunhado" pela Oficina de Nelson de Oliveira/06



Pela data ( 02/2007)ou busca no blog ("Aniversário de um poema de oficina...")chega-se às circunstâncias que envolveram a construção de um "soneto" ("Aquele cuja fome espera")que se abriu a tantas e tão díspares interpretações, quando premiado em concurso, e, capa de alguns sites, quase já aniversariando (é de 2006!), implodiu suas potencialidades de polissemia. Caso curioso do que Umberto Eco chamaria "obra aberta". Ou vicissitudes de hermenêuticas literárias extemporâneas. Ou essas alquimias literárias, etc., etc., não?

20.11.07

"Nós na Cama" - Crônica publicada no Garganta da Serpente

No site www.gargantadaserpente.com.br,busque em Prosa , seção "Veneno Crônico, a partir de 19 de Novembro de 2007 (http://www.gargantadaserpente/veneno/)
Tinha pedido para a Agostina publicar essa crônica (escrita para a revista "Showroom",em minha coluna "COTIDIANO", da WW - www.assobrav.com.br(o que explica tratá-los por "carro leitor", tinha pedido que a publicasse junto ao microconto "Nós na Rede". É que se trata, alé do contraste e da diferença de gêneros literários, também de "nós" diferentes. Compare buscando no índice.

14.11.07

"Expedientes Maternos-I": microconto 15

15. “Expedientes Maternos I”

Temendo muito que os filhos caíssem, acolchoava seus porta retratos.

5.11.07

Minguante.com 8 já na rede. Há novidades.

Vale a pena acompanhar todo o esforço de teorização e as peças de
micronarrativa do único site internacional a respeito, com cerca de
uma centena de colaboradores : www.minguante.com (Portugal)

30.10.07

Minha estréia no www.cronopios.com.br_30/Out/07

Navalha na Tarde



O psicanalista e escritor Marco Antônio de Araújo Bueno estréia no Cronópios. Vale conferir.

24.10.07

Ensaio sobre literatura e psicanálise - URL da publicação

http://www.roboretro.com/articles.php?art_id=37&start=1